sábado, 24 de junho de 2017

Adiando o fim...

Efectivamente este blogue já não faz sentido.

É absurdo eu estar aqui a plasmar a minha vida privada.
 São assuntos particulares que não interesam a ninguém e é impossível que os intervenientes acedam a esta "História de Vida",  Por isso, este blogue já devia ter terminado.  Porém, porque quero fazer um backup de tudo o que aqui foi publicado, continuará online mais algum tempo.

4 comentários:

  1. A sua história de vida, amigo bloguista, não incomoda, creio. O que me incomoda é essa obsessão por palavras demasiado enfatizadas sobre essa misteriosa mulher, que nem sei se serão sentidas de facto...
    Desculpe, é a minha forma de sentir, que nenhuma pessoa humana merece ser apoucada, ou ridicularizada. Na nobreza do amor as criaturas devem ser colocadas a um mesmo nível.
    Será que me entendeu?...

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  2. Caríssimo(a) anónimo(a):
    Obrigado pelo seu comentário.
    Antes de mais, permita-me dizer-lhe que não espero que me compreenda ou acredite nos meus sentimentos. Porém, asseguro-lhe que tudo o que aqui escrevo é verdade e, no que respeita à seriedade dos meus sentimentos, poderei pecar por defeito, nunca por excesso.
    Não, não estou a ser generoso nas palavras. Dentro da dimensão daquilo que sinto, não estou a enfatizar, mas sim a retrair. Sou, por vezes, modesto em palavras, em razão do elevado respeito a essa pessoa, à sua e à minha família.
    É-me indiferente que acredite ou não naquilo que aqui relato. Está no seu direito de duvidar e até que achar que eu tenho problemas mentais, que sou um canalha ou um imbecil.
    Ensinou-me a vida que, nesta matéria, cada qual sente por si e não pode tentar substituir-se a alguém ou colocar-se no lugar de outrem.
    Esta mulher existe mesmo. Jamais este blogue ousaria ter a intenção de ofender, menosprezar ou troçar dela.
    Desafortunadamente, eu vivo no mundo real. E, o mundo real não é tão linear, não é justo e/ou igualitário.
    Acredite nisto: não estou a vitimizar-me nem a escrever uma novela – estou a relatar uma parte (ínfima, e apenas aquilo que posso narrar sem criar problemas a ninguém) da minha história de vida.

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    Respostas
    1. Pois continue, que, por mim, deixou-me curioso.
      faz bem a todos exorcizar fantasmas e também tenho alturas em que a escrita é a única solução, já que confiar em amizades costuma trazer problemas.
      Habituei-me desde cedo a não confiar nos juízos alheios. Sou disso um exemplo de vida - gosto da verdade, mas reservo-me o mais que posso. Escrever um relato de vida aqui é uma forma de nos libertarmos nas mãos de desconhecidos, tal como outrora, no tempo das diligências e, mais tarde, dos comboios contávamos a estranhos o que não seríamos capazes de contar aos familiares e amigos. Fazia-nos bem e ninguém precisava de psiquiatras...
      Também preciso de desabafar com o sentir global, ainda que me envergonhe de ser tão mesquinho tudo que sinto.
      Como poderia criticá-lo?

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  3. Não sei este comentário é do mesmo “Anónimo”.
    Faz-me bem saber que pelo menos uma pessoa leu o que eu escrevi (já tenho 2 comentários este mês!).
    Fico mais descansado ao saber que me compreende e, sobretudo, perceber porque mantenho a reserva da minha identidade.
    Como não confio em “psi”… este foi o meio que eu encontrei para me reconciliar com uma série de fantasmas. Apesar disso, não sei por quanto tempo.
    Muito obrigado pelo seu comentário.

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Este pobre e estúpido blog chegou ao fim!
Mesmo assim, fico-lhe muito grato pela atenção.
Se quiser contactar o autor use o e-mail: tristemente.sou@gmail.com
Bem-haja e felicidades!