quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Fim desta aventura (ou desventura)... da minha história de vida! - FIM DESTE BLOG.

Esta narrativa da minha história de vida terminará aqui.

Hoje é o dia 10 de Agosto de 2017. O dia 10 de Agosto é uma data que já aqui referi várias vezes. Nesta data, mas em 1981, eu obtive a única fotografia que tenho da “diva Isabel”.

Muitos anos passaram, muitas coisas mudaram. A vida levou-nos por caminhos e atalhos distintos. 

Mentia se aqui dissesse que já esqueci essa “diva” (ainda hoje passei, propositadamente, à casa dela). Contudo, os anos ensinaram-me a aceitar os caprichos do destino sem ver neles a fatalidade. Muitas coisas acontecem por alguma razão que não controlamos. Porém, acredito hoje, nem sempre aquilo que nós mais desejamos seria o melhor para nós e para o curso tranquilo da nossa vida.

Finalizo aqui esta história de vida. Talvez continue algures noutro local.

Ficaram muitas coisas por dizer. Algumas foram suprimidas propositadamente, outras não foram relatadas porque a cronologia da minha narrativa ainda não tinha chegado a esse tempo – por exemplo, o facto de ter encontrado finalmente (em circunstâncias que custará aceitar) o facebook da “princesa Isabel”. Sim, hoje sei como ela é e vou sabendo algo sobre a sua vida (de forma artificiosa, pois não sou seu “amigo no facebook”). Gostaria de contar o erro grosseiro (a estupidez) que, mais uma vez, perpetrei, mas esgotou-se o tempo.

Talvez continue algures noutro local, não sei. Esta narrativa tinha três propósitos:

1 – Ajudar-me a resolver, de forma definitiva, um conflito que me acompanhava e que me atormentava há muitos anos (o resultado foi subtilmente imperceptível);

2 – Deixar esta narrativa para memória futura, na esperança de que a “diva Isabel” alguma vez a lesse (passou de pouco provável a impossível);

3 – Servir de exemplo daquilo que nunca se deve fazer. A minha vida foi (é) um acumular de erros grosseiros que ninguém deve cometer (não creio que tenha alguma utilidade).

Balanço geral: mais uma vez, como sempre, posso dizer que falhei.

Se alguém, por mero acaso, ler esta última “postagem”, quero pedir-lhe desculpa por lhe ter feito perder tempo com esta inutilidade. Aproveito, também, para lhe dizer que não perdeu nada em nunca ter lido um só dos “post” que aqui coloquei. Posso asseverar-lhe que deste lado está uma das pessoas mais pacíficas e respeitadoras do mundo. Contudo, é, muito provavelmente, a criatura mais humilde, inútil, palerma e patética que o leitor alguma vez conheceu.  

Em Fevereiro deste ano (de 2017) decidi narrar aqui uma parte da minha história de vida – a minha estranha afeição (direi melhor, veneração) a uma mulher (de nome Isabel Gonçalves) que, sem nada ter feito e sem sequer saber, moldou toda a minha vida, e cujo destino fez com que estivesse desde 1982 sem a voltar a ver. Quero apenas reafirmar que todos os factos aqui relatados correspondem à mais pura e cristalina verdade (omitindo alguns pormenores para não identificar pessoas e lugares).

A minha mais sincera e sentida gratidão às poucas pessoas que leram o meu blogue. Que Deus lhes dê tudo de bom, que a sua vida seja um jardim de onde irradia a mais luminosa e colorida felicidade, tenham uma saúde imaculada e realizem todos os sonhos.

 O meu bem-haja e… até sempre! 

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Este pobre e estúpido blog chegou ao fim!
Mesmo assim, fico-lhe muito grato pela atenção.
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